Ano novo, novas estratégias: é hora de colocar as leis de incentivo em prática

O início de um novo ano é sempre um convite à reflexão e ao planejamento. Enquanto pessoas físicas traçam metas pessoais, as empresas também revisitam estratégias, repensam caminhos e buscam formas mais inteligentes de se posicionar em um mercado cada vez mais exigente e competitivo.
Nesse contexto, olhar para além do orçamento tradicional é essencial. E é exatamente aí que as leis de incentivo se apresentam como ferramentas poderosas para alinhar estratégia empresarial, impacto social e eficiência fiscal.
Aderir às leis de incentivo permite que empresas direcionem parte dos impostos devidos para o financiamento de projetos sociais e culturais, fortalecendo iniciativas que transformam vidas, geram desenvolvimento e promovem inclusão. Mais do que uma decisão financeira, trata-se de uma escolha estratégica e de responsabilidade social.
Criada em 1991, a Lei Rouanet é um dos principais exemplos desse mecanismo. Ela possibilita que empresas e pessoas físicas patrocinem iniciativas culturais com a dedução total ou parcial do Imposto de Renda. E os resultados comprovam sua relevância: somente em 2024, a Lei Rouanet movimentou R$ 25,7 bilhões, gerou cerca de 228 mil empregos diretos e indiretos e impactou quase 90 milhões de pessoas. É o maior volume desde a sua criação, com 4.588 projetos em execução em todo o país.
Os números revelam um Brasil que cria, emprega e transforma realidades por meio da cultura. Para cada R$ 1 investido via Lei Rouanet, estima-se um retorno de R$ 7 para a economia. Esse impacto se espalha por toda a cadeia produtiva: da confecção de figurinos à tecnologia do audiovisual, da prestação de serviços aos pequenos fornecedores que mantêm a engrenagem cultural em movimento.
Pela primeira vez em 34 anos, todos os estados brasileiros tiveram projetos financiados pela Lei Rouanet. Regiões historicamente menos atendidas apresentaram avanços expressivos entre 2022 e 2024: o Norte registrou crescimento de 408% nos investimentos, o Nordeste de 143%, e, juntas, as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste passaram de 10,26% para 16,61% do total de recursos. É o Brasil inteiro participando, criando, circulando cultura e gerando oportunidades.
O impacto também é direto na economia real, aquela que envolve pessoas, famílias, pequenos negócios e comunidades. Quase 59% das ações ocorreram total ou parcialmente em periferias urbanas e rurais, áreas vulneráveis ou comunidades tradicionais. Entre os fornecedores contratados, 85,5% são microempreendedores ou pequenas empresas, e mais de um terço recebeu pagamentos de até R$ 1.000, valores que fazem diferença concreta para quem vive da cultura.
Esses dados reforçam uma narrativa essencial: cultura não é gasto, nem privilégio. Cultura é trabalho, desenvolvimento e futuro. É um setor que movimenta cerca de 7,5 milhões de profissionais e desempenha um papel estratégico na economia e na construção de uma sociedade mais diversa e inclusiva.
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Desde 1992, o Grupo Komedi atua na geração de valor para empresas que desejam investir com inteligência e impacto. Por meio de projetos estruturados que não geram custo adicional para a empresa patrocinadora, a Komedi oferece soluções completas em leis de incentivo.
Com base em análises técnicas de viabilidade, nosso time identifica, estrutura e gerencia iniciativas alinhadas às leis de incentivo, possibilitando investimentos em cultura, meio ambiente e responsabilidade social de forma estratégica e segura.
Ao longo de sua trajetória, o Grupo Komedi já desenvolveu mais de 300 projetos que fazem a diferença na sociedade, fortalecem marcas e promovem valores éticos, ecológicos e culturais.
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Que o novo ano seja marcado por empresas cada vez mais conscientes do seu papel, mais projetos aprovados, parcerias fortalecidas e resultados que façam a diferença.

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